Como disseste um dia, meu amor, 2007 foi um ano generoso.
Apesar de um dia ou outro mais cinzento ou mais turbulento ou mais triste, 2007 juntou-se em doze meses que passaram num ápice e que na voracidade que caracteriza o tempo, me fizeram bem.
Um a um, e vistos agora, parece que cada mês assumiu, na minha vida, um papel a desempenhar; parece que cada um dos meses se encaminhou para o seguinte, conduzindo-me numa espiral de acontecimentos que, efectuadas as devidas adições e subtracções, coloriu os meus dias de cores que me agradam muito.
2007 foi, de facto, um ano generoso; tanto que, por vezes, penso que não quero que acabe. Tão generoso que só a promessa da concretização de um amor único pode fazer com que, na noite de 31 de Dezembro, eu queira virar a página do calendário.
Mas essa promessa, minha, é também tua, não é, meu amor?
Apesar de um dia ou outro mais cinzento ou mais turbulento ou mais triste, 2007 juntou-se em doze meses que passaram num ápice e que na voracidade que caracteriza o tempo, me fizeram bem.
Um a um, e vistos agora, parece que cada mês assumiu, na minha vida, um papel a desempenhar; parece que cada um dos meses se encaminhou para o seguinte, conduzindo-me numa espiral de acontecimentos que, efectuadas as devidas adições e subtracções, coloriu os meus dias de cores que me agradam muito.
2007 foi, de facto, um ano generoso; tanto que, por vezes, penso que não quero que acabe. Tão generoso que só a promessa da concretização de um amor único pode fazer com que, na noite de 31 de Dezembro, eu queira virar a página do calendário.
Mas essa promessa, minha, é também tua, não é, meu amor?
