janeiro 14, 2009

...

Muito tempo depois…

Passados um Verão, um Outono, muito pouco de um Inverno – mas, com um Verão de alguns dias incluído – voltei aqui com saudades de colorir uma emoção ou um sentimento…

julho 30, 2008

2007/2008

Há um ano atrás, mais dia, menos dia, sentei-me nesta cadeira, acompanhada, tal como hoje, de uma boa música e de um copo de bebida a gosto.

Celebrava, como hoje celebro, as férias, o início.

Relembro as palavras que, então, escrevi no meu caderninho de capa preta. Estava feliz, de bem com a vida.

Continuo feliz. Mais feliz ainda.

Mal sabia, que dali a poucos dias, conhecia o meu maior encanto. O meu encanto. A razão de estar ainda mais feliz do que há um ano atrás.

Curiosa a vida, quando nos dá mais do que alguma vez foi sonhado, mais do que alguma vez foi imaginado.

Por isso, tenho, hoje, mais que nunca, este sorriso dentro de mim, com a convicção segura que é eterno.

junho 07, 2008

Conto de fadas #7

Gosto de ti.

Finalmente!


maio 22, 2008


maio 21, 2008

Demora muito?


maio 20, 2008

Juntos #3

E, apesar da tanta falta que me fazes, fazes-me tão feliz.

Saudade #4

Por um momento, não resisti à melancolia. Não resisti às saudades, à almofada, lá, onde devia estar, mas sem uso, à falta que me fazes.
E, por um momento, fiquei triste, por não te poder ter junto de mim, sempre, todos os dias.
Quis o destino que fosse esse justamente o dia em que, por breves instantes, seria possível ver-te, abraçar-te, receber um beijo teu, dar-te um sorriso e mil carinhos.
Por isso, não te convenci quando disse que estava tudo bem, por isso, baixei o olhar para que não percebesses qualquer pedacinho de mágoa no meu olhar.
Mas, mesmo assim, entendeste o meu olhar e as minhas palavras e sem que eu quisesse, leste-me a alma.
Porquê, meu amor? É tanta a sintonia entre nós que bastou um breve olhar para me dizeres que não estava a ser convincente.
Novamente, se isto não é amor, não sei...

maio 17, 2008

Juntos #2

E, apesar da falta que me fazes, fazes-me tão feliz.

Juntos

Sinto-te a falta. Sinto a tua falta.
Depois de cinco dias, cinco, absolutamente exaustivos, regresso ao fim do último dia às paredes que transbordam sossego, paz e tranquilidade. E estou serena e tranquila, mas faltas tu.
Falta a tua presença no fim de um dia de trabalho, sim, é verdade, até agora foram poucos os dias de trabalho em que te encontrei à minha espera - mas, já me habituei, e agora fazem-me falta esses dias.
Faz-me falta-me fechar o meu dia e as horas de luz, sabendo que às primeiras horas de sombra te vou (re)encontrar e juntos vamos, novamente, uma e outra vez, festejar um (re)encontro tão aguardado. De forma simples: basta-nos uma pizza, um copo de vinho e o outro ali ao lado.
Falta-me o teu sorriso, o teu riso, os teus olhos, o teu olhar. A tua mão na minha, o teu abraço, por vezes terno, por vezes forte, mas sempre, sempre, o meu abraço.
Falta-me adormecer ao teu lado, adormecermos juntos de tão exaustos, deixar devagarinho as brumas do sono tomar o corpo, porque sabemos que, sim, está tudo como deve estar. Juntos.
Falta-me acordar ao teu lado, olhar e ver-te ali. Juntos.
Falta-me fazer e dizer disparates na tua companhia.
Fazes-me falta.

abril 22, 2008

A idade de ser feliz

"Existe apenas uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia suficiente para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda a intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda a disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se presente e tem a duração do instante que passa."
Mário Quintana

abril 20, 2008

Precioso...

Tu, meu amor.

abril 18, 2008

Curiosidade(s)



Ok, este blog é internacional!

Depois das visitas assíduas de Espanha, Brasil, Reino Unido, Rússia (?!),vem a Holanda.

Bem sei que aqui, mais que em qualquer outro sítio, visitamos quem entendemos e quando entendemos. Movimentamo-nos, muitas vezes, a coberto do desconhecido e criamos laços virtuais, porque nos identificamos com o que alguém escreve (ou então não!).

Bem sei que este blog não é aberto a comentários, mas, é verdade, tem um mail.

Bem sei que a quem muito quer saber, pouco se lhe diz.

Ok, confesso, estou curiosa!

abril 16, 2008

Sonho

Quando chegares, vou dizer-te baixinho que és o amor da minha vida.

Muito baixinho, para não acordarmos...

abril 15, 2008

Nem mais!




You Belong in Paris



You enjoy all that life has to offer, and you can appreciate the fine tastes and sites of Paris.

You're the perfect person to wander the streets of Paris aimlessly, enjoying architecture and a crepe.

abril 04, 2008

Adivinha...


abril 01, 2008

...



Bem vindo (a),
Bago de Arroz, quase Feijão!

março 31, 2008

Bem vindo!



Este blog nasceu como um segredo bem guardado e assim se manteve até ser dado a conhecer a alguém muito importante, não depois de cuidada reflexão. Mas, lá está, ganhou a vontade de partilhar o que, de resto, já era partilhado, vivido, pensado e desejado.
Mantém-se como um segredo (agora a dois) bem guardado e alimenta-se de pedacinhos de vida, espelha o que me vai na alma e vive de emoções perfeitas.
Ganhou agora um amiguinho que, espera-se, seja um cantinho especial para a mais especial das pessoas.
Bem vindo, amor!

... Uma verdadeira odisseia - parte três


março 20, 2008

Em tempo real...

Tenho um namorado...
Que gosta muito de mim...
De quem eu gosto muito...

Que se zanga quando acendo mais um cigarro, mas que olha para mim como se eu fosse a mulher mais bonita à face da terra, que me trata como uma princesa.

Que não hesitou quando a distância que nos separava se tornou mais forte que a nossa vontade de estarmos juntos; que não hesitou para mudar de cidade, de casa, dando um salto no desconhecido, embarcando numa aventura que ambos queremos para a vida.

Que quase me corta a respiração quando chega numa noite de quarta feira depois de (apenas) dois dias de distância, e que me faz, uma e outra vez confirmar aquilo que já sabia: encontrei o homem da minha vida.

Que (viva a futilidade) me acompanha numa saga de compras (absolutamente) necessárias, sempre atencioso, sempre ao meu lado, para tudo.

Que encomenda uma pizza, depois de falhar o indicativo, remetendo-nos para a freguesia de (sei lá) Pipo Cheio, mas que acerta na morada.

Que, agora que acabaram de tocar à campainha para entregar a pizza, me pergunta se para abrir a porta é o botão de baixo ou de cima...mas, que é absolutamente adorável, deliciosamente sedutor... e, por quem, estou definitiva e irremediavelmente apaixonada.

Não posso continuar... tenho uma pizza deliciosa (natas e espinafres) à minha espera ... e, melhor que isso, melhor que tudo, um homem lindo com quem a vou partilhar... E, decerto muito mais...

fevereiro 29, 2008

Sentido de humor


por Andre Jordan
Para comprar: http://www.moo.com/

fevereiro 28, 2008

(des)Convicção

Casou com ela. Porque ela engravidou. Não lhe ocorreu outro atalho. Na sua cabeça de homem menino, entendeu, convictamente, que era o único caminho possível de ser trilhado. Sossegou quando tomou a decisão. Era verdade que era ainda um menino, mas, que diabo!, tinha a família disposta a ajudar, os amigos dispostos a ajudar, só podia correr bem.
Era ainda um menino. Tinha a vida de um menino; primeiros passos, ainda hesitantes, na profissão; saídas à noite, com a namorada (a que engravidou) e com os amigos, sempre em separado; sim, porque são dois mundos que não se devem misturar e, de qualquer maneira, a namorada não gostava muito de saídas à noite e ainda gostava menos dos amigos. Eram, aliás, dois mundos perfeitos: o rapaz que faz gala em sair só com os amigos, mas apregoando aos sete ventos que não é por nada, que só gosta de beber uns copos na companhias de machos como ele para falar de futebol e daqueles assuntos que os homens falam quando sozinhos, e uma rapariga que, depois de (pensa ela) ter encontrado o futuro marido (ainda namorado) já não é preciso sair à noite com ele, sorrir-lhe, dançar com (para) ele, enfim, seduzi-lo, fazer tudo o que fez e não parou de fazer enquanto não o conseguiu, ao rapaz; a rapariga que, qual perfeita donzela, cozinha, e feliz, depois do marido (ainda namorado) elogiar o cozinhado, não estranha que ele vá "ali só beber um cafézinho", enquanto ela se entretém com as lides novelescas.
Casaram, com casa pronta, bebé a caminho e tudo para correr bem. Ela, feliz porque o sentido da vida estava a formar-se, ele, feliz, porque é o dever de um homem, e nestas alturas o dever tem muito peso, o resto (as outras) logo se vê.
Nem mesmo quando a mãe dele, conhecedora da vida, o puxou para um cantinho, lhe deu um abraço, dizendo-lhe que nem tudo são deveres, que também é possível viver a vida tão livremente como um passarinho, mas sempre providenciando para que os filhotes sejam devidamente alimentados e agasalhados, nem aí, abandonou a ideia. Porque lá no fundo, tinha a convicção que estava a fazer a coisa certa e, claro está, ia correr bem.
Casaram, mas a vida que é extraordinária, preparou aos dois um futuro em nada semelhante ao que um e outro haviam ensaiado: três meses depois do casamento, ela sofreu um aborto espontâneo.
Continuaram juntos, porque, afinal de contas, também gostavam um do outro; porque ele continuava a ser o marido e filhos haviam de vir mais, porque ela até era boa dona de casa, cozinhava bem e não aborrecia quando ele queria seguir a farra com os amigalhaços.
Não tinham ainda passado outros três meses quando, um dia, ele pensou que não, que afinal não era aquela a vida que queria, não era aquela a mulher que queria, não eram aquelas saídas à noite que queria. Que diabo!, novamente pensou: ainda seria possível apaixonar-se à séria, ter uma namorada-mulher que gostasse de sair à noite, não precisar de sair só com os amigos à procura sabe-se lá do quê.
Quando assim pensou, concluiu que na sua vida só a profissão estava certa: então acabou o casamento, agarrou a profissão, pegou-lhe com jeitinho e fez-se à vida. De tal forma convicto, que mudou de terra, de país, deixou as amizades com promessas de duração eterna e partiu para uma nova aventura, longe de tudo o que conhecia.
Se correu bem? Conheceu novos mundos e vestiu-se de sucesso no trabalho. Os amores? Descobriu mulheres divertidas com quem é bom sair à noite, e que não engravidam assim sem mais nem menos. Conheceu uma e mais uma e ainda outra até que se apaixonou e viveu a paixão com a mesma convicção com que tinha marcado o dia do casamento. Mas, a vida que é extraordinária, reservara-lhe outros planos e a paixão não correu bem, chegou ao fim.
Hoje? Deixou de ter aquela convicção inabalável que o guiou nalgumas alturas da sua vida.
Mas é feliz.

fevereiro 25, 2008

Religiões à parte... Feminismos à parte...



"Cuida-te quando fizeres chorar uma mulher,
pois Deus conta as suas lágrimas.
A mulher foi feita da costela do homem,
não dos pés para ser pisada,
nem da cabeça para ser superior,
mas sim do lado, para ser igual,
debaixo do braço, para ser protegida
e do lado do coração para ser amada."

Talmud

fevereiro 22, 2008

16 anos depois...

Hoje, comprei uns Allstar com o meu namorado...
Os meus são brancos, os dele são verdes.
Se isto não é amor, não sei...

fevereiro 18, 2008

Conto de fadas #6

Fecho os olhos e revejo-te numa imensidão de branco amarrotado pelas marcas do amor.

Não me canso de te lembrar, de nos lembrar, em gestos tão simples, mas tão perfeitos como a partilha dum olhar, dum carinho ou de um beijo.

Fecho os olhos e lembro-me como volto a nascer nas carícias das tuas mãos, no enlevo do teu amor, no calor do teu desejo, naquele mundo que é só nosso, naquele mundo que nos agita, mas que nos serena, que nos faz adormecer de cansaço, mas que nos retempera e nos dá força para os outros dias.

Recordo os momentos em que nos perdemos, em que perdemos a razão e nos deixamos levar pelo querer dos nossos corpos, pela ânsia das nossas bocas, inebriados por uma paixão acesa numa noite de Verão.

Que todas as noites da nossa vida tenham o sabor daquela noite de Verão...

fevereiro 15, 2008

Senhoras e Senhores...




Eis a solução... O site http://www.scientificmatch.com/ oferece-vos o amor na vossa vida. Segundo um artigo publicado na revista Happy e após aturada pesquisa no mesmo, conclui-se que não, não se trata de mais um daqueles sítios de encontros, muito ao estilo norte-americano, mas que também já os há por cá, mas sim de uma base cientifica (?) para a coisa.

Então vamos lá: com base na teoria de que as pessoas se sentem atraídas pelo cheiro de companheiros com um sistema imunológico o mais diferente possível do seu e que tal informação e determinação pode ser feita através dos genes, os especialistas (?) da empresa que gere o site analisam uma amostra de ADN de uma pessoa, comparando posteriormente os seus dados com os de outras existentes na base de dados (?) para encontrar um parceiro com um sistema imunológico compatível.

No processo, os ditos especialistas analisam a correspondência química, a personalidade e as preferências pessoais. Cruzados todos os dados, a lista de companheiros compatíveis é fornecida ao cliente. Aí chegado, só será necessário ao cliente seleccionar o(s) que mais interesse despertar(em). Sempre com a garantia que todos são compatíveis.

Atenção, que os especialistas alertam que, sem a ajuda dos testes de ADN que realizam, poucas mulheres e homens vão ter hipóteses de alguma vez se cruzarem como companheiros compatíveis, estando, assim, a maioria das relações entre os casais condenada ao fracasso.

Pergunta-se, como conseguiu o mundo (entenda-se, homens e mulheres), até hoje, sobreviver sem a ajuda de tão precioso instrumento de "engate" (claro que tratando-se de um serviço sério, a denominação não é engate, mas relação!)?

Pergunta-se, e só funciona na vertente homem-mulher? E homem-homem? Ou mulher-mulher? Ah, está bem... é possível que a ciência não tenha ainda a capacidade de análise da compatibilidade do ADN de dois seres do mesmo sexo.

Eric Holze, o presidente dos ditos serviços não garante que se encontre o amor verdadeiro, mas apenas que os casais formados desta forma terão uma relação muito mais agradável. No entanto, assegura que os casais serão mais perfeitos(?), capazes de ter filhos mais felizes e saudáveis e menos propensos a traições.

Pergunta-se: e a paixão? o encantamento? o friozinho na barriga? as promessas de amor? a certeza incerta que nos faz apostar num amor eterno? Não, nada disto é necessário... afinal, trata-se de uma certeza científica!

Senhoras e senhores, o amor (científico, é certo) aguarda-vos... pela módica quantia de € 1.349,00 (o preço do serviço).

Atenção: os testes não funcionam para mulheres que tomem anticoncepcionais. Segundo aquele serviço, as mulheres nessa situação sentem-se atraídas pelas pessoas erradas. (Que alívio!! Ainda bem que, quando me apaixonei pelo amor da minha vida estava livre de substâncias contraceptivas!).

fevereiro 13, 2008

A magia acontece



"Sou guloso de ti..."

fevereiro 12, 2008

Gosto disto...